domingo, 21 de setembro de 2014

Zimbabwe: Sobre musica, comida e helicóptero






                            Zimbabwe: Sobre musica, comida e helicóptero



Entre um safari fotográfico e outro, resolvo fazer uma pausa e conhecer as Cataratas de Victoria. Saio de Botswana pela estrada e pela primeira vez na vida ouço do motorista o que em país nenhum do mundo que visitei ouvi. Ele adora ser de Botswana, adora o presidente, e acha que o país está indo muito bem obrigado. Me conta que o presidente visita aldeias, janta com os anciões, ouve suas questões, providencia agua e casas para o povo.  Pude notar a seriedade de Botswana em relação a seus parques nacionais pela quantidade de fiscalização diária.

Já o Zimbabwe de Mugabe é outra coisa. Evito falar em política porque sei que a repressão é grande mas posso discretamente notar a insatisfação do povo com os rumos do país. 

Ao cruzar a fronteira sou conduzida por outro motorista que aproveita para dar carona para uma porção de gente. O carro vai cheio de sacolas e o povo todo apertado nos bancos de trás. Confesso que fico um pouco apreensiva pois estou num país que nunca estive no carro de um estranho cheio de gente estranha. Mas aos poucos relaxo e começo a cair de amores pelo povo do Zimbabwe. 














Sou muito bem recebida. A simpatia é contagiante












O hotel é lindo. Reparo nos painéis fotográficos estonteantes






















Meu quarto















A vista da varanda












lá embaixo os animais vem beber agua














O hotel fica no alto de um morro com vista espetacular














O por do sol é sempre um espetáculo. No deck do bar, os hospedes se reúnem, tomam um drink, e curtem o visual














Eu tomo a cerveja local











 A noite, sou convidada a jantar no restaurante do hotel pelo Dave, um dos donos. O Dave foi meu companheiro de safari fotográfico no Chobe. Um gentleman. A comida e o restaurante são vencedores de prêmios gourmet.














Dia seguinte, tomo meu café da manhã com vista para a savana. Ai, ai...














Finalmente vou conhecer as cataratas que tanto li a respeito em romances e livros de história

Na entrada, artistas de rua. Muita musica e dança!
















Doutor Livingstone, eu presumo?






Me emociono diante da estatua do grande explorador





David Livingstone (1813-73), foi um missionário e médico escocês que explorou uma grande parte do interior da África. Numa incrível jornada em 1853-56, ele tornou-se o primeiro europeu a atravessar o continente africano. Começando no rio Zambeze, ele viajou do norte para o oeste através de Angola até atingir o Atlântico, em Luanda. Na sua viagem de volta, ele acompanhou o Zambezi até sua foz, no Oceano Índico, atualmente Moçambique. A expedição mais famosa de Livingstone foi em 1866-73, quando explorou a África Central na tentativa de encontrar a nascente do rio Nilo. Sem dar notícias por muitos anos, foi dado como morto. Tanto a Sociedade Real Geográfica quanto o jornal sensacionalista New York Herald organizaram expedições para encontrá-lo. Henry M. Stanley (1841-1904), um repórter de origem britânica que se transformaria em notável explorador por seus próprios méritos, liderou a expedição do Herald. Em 10 de novembro de 1871, Stanley encontrou Livingstone na cidade de Ujiji, às margens do Lago Tanganica, na atual Tanzânia. As notícias da descoberta causaram comoção mundial. 



Imagina o Dr. Livingstone andando pela floresta e num clarão surgem as cataratas!














As Cataratas Vitória são uma das mais espectaculares cataratas do mundo. Situam-se no Rio Zambezi, na fronteira entre Zambia e Zimbabwe. Têm cerca de 1,5 km de largura, e altura máxima de 128 m.
David Livingstone foi o primeiro ocidental a vê-las e deu-lhes o nome em honra da rainha Vitória; o nome local é Mosi-oa-Tunya, que quer dizer "fumaça que troveja".
O Parque Nacional de Mosi-oa- Tunya  em conjunto com o Parque Nacional de Victoria Falls  no Zimbabwe foram inscritos na lista de Patrimônio Cultural da Humanidade mantida pela UNESCO em1989.















































feliz que nem pinto no lixo











A noite resolvo ir comer fora. Vou ao restaurante The Boma, que o Dave me sugeriu. Vou pela musica.





O tambor,









é afinado no calor do fogo,









pelo artista de chocalho na perna









E o espetáculo começa










A plateia participa fazendo uma base com tambores distribuídos nas mesas e os músicos pintam e bordam com os ritmos.














Não  deixo de comer um quitute africano. Uma lagarta mopani! Ganho até certificado.













Dia seguinte fico só relaxando na piscina. Ah, as aguas do rio Zambezi….. O Dave me disse que é a agua de melhor gosto do mundo. No hotel voce pode tomar agua da bica, pois ela é tratada. E realmente é uma delícia! Posso dizer que bebi a agua do poderoso  Zambezi!












De volta ao quarto, recebo visita









































Está atras de comida, o que obviamente não dou


Mas outros dão, mesmo o hotel pedindo para não alimentar os macacos











A tarde vou finalmente andar de helicóptero pela primeira vez na vida! Voo por cima das Cataratas Vitória!


registrei em filme! 












e fotos, claro




































Essa é  ponte que liga o Zimbabwe e a Zambia. O povo faz bungee jumping e outros esportes a radicais aí













Ultimo por do sol no Zimbabwe










Amanhã vou para a Africa do Sul fazer mais um safari fotográfico. 
Saio do Zimbabwe completamente apaixonada pelas pessoas e pelo turismo ultra profissional! 
















































Um comentário:

  1. afff... que emoção!!!
    imagino o frio na barriga e a alegria do coração :)
    obrigada por mais esses presentes!!!
    bjkas

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