terça-feira, 16 de setembro de 2014

Fotografando o Chobe









No Chobe faço um safari exclusivamente fotográfico, aonde tanto o veículo aquático como também o terrestre foram modificados para suprir as necessidades dos fotógrafos. Eles oferecem também material fotográfico como cameras e lentes. Muito bacana.

O rio Chobe corre pela fronteira norte de Botswana. Nas suas margens fica o parque nacional do Chobe, em Botswana. Do outro lado do rio, a Namíbia.


A rotina matinal começa as 6 da manhã. O fotógrafo Brendon Cremer nos busca no cais do hotel. Ele é um exímio fotógrafo mas também é guia especializado em vida selvagem formado na Africa do Sul.  Prever o comportamento animal aumenta a possibilidade de se tirar uma boa foto.








Adoro viajar sozinha e conhecer pessoas do mundo. Nessa viagem dou sorte, meus companheiros são simpáticos e super interessantes. A Gisele, uma canadense, trabalha no setor de segurança internacional de seu país, e Dave, natural do Zimbabwe é chairman do Africa Albida tourism e proprietário de varias pousadas tanto no Zimbabwe, como em Botswana. Ambos pessoas adoráveis, inteligentes e interessantes. 





























O barco foi projetado pelo dono da empresa do safari fotográfico. A cadeira gira 360 graus.









A torre tripé tem total mobilidade







Por causa de um frio de lascar (sim, também faz muito frio na Africa) combinado com o vento do barco em movimento, virei uma fotógrafa ninja!








Olha a artilharia pesada clicando as belezas do Chobe!








esse é o Pied Kingfisher, ou, para os íntimos, o martim pescador de duas cores. Que topetinho fôfo!













parado no ar, ele mira...







mergulha...






e pesca!








bate o peixe no galho. Bate, bate, e bate





quando o peixe tá mortinho e com os ossinhos quebrados, quase que nem pirê, ele engole.







o White Crowned Lapwing está ocupado a pescar... O Brendan conta que ele tem um ferrão em cada lado do peito para brigar com adversários. Passarinho irado...












olha que engraçado o bico do African Skimmer. Prognata o moço. Mas a natureza tem razão pra tudo. Eles voam rente sobre a agua com o bico aberto e quando o peixe bobeia, snap!











os coloridos Bee Eaters, "Comedores de Abelhas"








o Martim Pescador Gigante










o voo do Ibis Sagrado Africano








 E a pesca continua. O bico desse não fecha, por isso o nome Bico Aberto Africano

                                                            African Openbill








O African Darter seca as penas para voltar à labuta da pesca








O Colhereiro começa os trabalhos









A Galinha da Guiné de Capacete vai beber agua





A Águia Pescadora molha os pés








e depois nos presenteia com o seu lindo voo










O bufalo africano, cheio de balangandãs. Esses balangandãs são pássaros Oxpekkers que catam seus carrapatos. Serviço de barba, cabelo, e bigode






 Atento, hipopótamo fiscaliza com o olhar o território










enquanto um filhote que acabou de acordar abre um bocão








Elefantes fuxicam a areia





fuxicam






 jogam a areia pra lá e pra cá e em cima de si









Nessa manhã passamos um bom tempo fotografando os babuínos acordando da fria noite. 




Esse aí cochila no sol. A noite foi boa





























Alongamento para começar o dia 





 e agua para ajudar na ressaca







 um pouco de aconchego também







O grandão acorda e nos olha de soslaio






O filhote leva um pito, 






e, desolado,





vai sentar sozinho num galho seco








Na próxima manhã, resolvemos fazer um safari terrestre. Eis o veículo. O barco e o caminhão modificados para fotografia chamam mais atenção que a vida selvagem. Fomos fotografados a beça.









Pegamos 5 minutos de estrada para chegar na entrada do Parque Nacional do Chobe












E logo avistamos cachorros selvagens! São raros de ver hoje em dia. No passado, eram abundantes mas como são caçadores competentíssimos, foram dizimados pelos fazendeiros protegendo seu gado. Só uma coisa passa pela minha cabeça ao olhar tão eficiente e bela espécie: o que fizemos? E porque continuamos a fazer isso com as outras espécies? Ve-las assim ao vivo é uma experiência tão sublime. A espécie humana é realmente difícil de entender. Eu finalmente virei vegetariana nessa viagem. Nos países do sul da Africa, é oferecido aos turistas carne de caça! Vem cá, voce vê aquele lindo antílope bebendo agua, fotografa, acha uma maravilha e depois come sua carne no jantar? Eu heim…. Demônios humanos comendo o sagrado, é assim que vejo.








E lá vem a turma. Caçam vários impalas nessa manhã








Caçador sublime









compartilham o café da manhã








um pouco a frente, um Kudu macho observa









satisfeitos com o raro encontro, tomamos um café









De volta ao hotel, sento para compartilhar com os amigos algumas fotos via internet





Adoro a decoração dos hotéis africanos. Essa cadeira  quero levar pra casa!






O martim pescador gigante me observa enquanto lavo as mãos




adoro as acacias africanas pintadas nas paredes e o trabalho em madeira da bancada










A tarde, saio para mais um safari no rio Chobe. O hotel fica na beira do rio






e vamos nós!!!!!!!!!!!!!!!!!












Chobe é famoso pela quantidade de elefantes








A tarde eles vem do seco parque nacional a procura d’agua






saciam a sede





e atravessam para as ilhas





periscópio de elefante






e vão atravessando...







turistas observam o espetáculo









as vezes turistas além da conta...







e a luz dourada do poente ilumina as fêmeas Kudus que bebem junto a um babuíno






linda e delicada, mas com os olhos bem abertos…










porque há muitos crocodilos nessas aguas






espreitando…







com muitos dentes




 a tarde vai caindo




 e as cenas do por do sol são estonteantes!














































































  




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